Das coisas mais básicas, até as mais complexas.
Você nunca pensou se deveria chorar ou não, e se aquele choro, sendo verdadeiro ou simplesmente mais uma mentira no seu currículo, ia fazer alguém feliz ou triste. Às vezes você chora para disfarçar outro sentimento, um sentimento secreto, talvez até invisível, que nem você sabe que você sente, mas sabe que precisa escondê-lo de tudo e de todos. Ou como já foi dito, para entristecer alguém. Alguém que você não goste, que nos caminhos da vida, os seus se cruzarem e ao invés de esse "cruzamento" terminar em um singelo abraço, terminou em um nó mal feito, que eternizou uma desavença entre esses dois caminhos.
Já dizia "chapeuzinho": "pela estrada afora, eu vou bem sozinha..."
Pela estrada afora, já temos a noção que representa nossa vida. E só cabe a nós decidir se ela é esburacada, ou perfeita, como o doce sonho se uma criança inocente. Sozinha. Sem contar com ninguém. Ninguém te ajudou ou você que desprezou a ajuda dos outros. Mais uma atitude que poderia ter mudado o caminho da sua vida. Ou ninguém te ajudou porque você nunca ajudou ninguém. Outra escolha; outro caminho. Outra mudança.
Mudança essa que só descobriríamos se era boa ou ruim ao decidirmos por aquela opção.
Na vida é assim, na base do erro e do acerto. Às vezes quando tomamos uma decisão e ela é correta, não pensamos que poderíamos ter tomado outra, não tão correta. Essa é a coisa mais simples, que nunca reparamos nos seus efeitos positivos, mas os negativos são os primeiros a vir à tona em nossa mente. Nunca agradecemos ao Ser Supremo por nos ter feito tomar a decisão correta; mas para reclamar da decisão errada...
Decisão. Uma súplica de tomar a certa. Porque às vezes, os caminhos não possuem a marcha ré. Então não é possível voltar a trás. Então aparece uma coisa que ninguém nunca quer ver se forem negativas: as conseqüências.
